terça-feira, 8 de setembro de 2015

Ausência de João
às vezes,
há um vazio na alma
uma ausência de calma
uma certa aflição
às vezes,
há um buraco no peito
um sentido suspeito
como ferida aberta - no coração
às vezes,
há um sorriso sem graça
um banco na praça
sem um certo João
às vezes,
há um poema no chão
uma nota calada de um violão
há um vazio de calma
uma ausência na alma
de um tal de João
Hércules de Souza Víler - Poeta Moderno

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